terça-feira, 11 de agosto de 2009

Sutilmente

A certeza é desnecessária, alheia ao tempo.
Por uma vida inventada, o tempo é desejo.
Dentre todos os poemas rarefeitos, a esperança é descrença disfarçada.
Um dia eleva a calma, doma a alma.
Noutro queima a pele e molesta a fala.
Bruna Sousa

2 comentários:

Bob Marinho disse...

mmmmm
oq é isso, uma ponta de angústia outra de decepção, ou engano meu, é só mais uma coisa de coração?
=oD

bjão
§=o**************

Bruna Sousa disse...

Apenas a minha razão flertando com o coração!

beijos "Grauber"

=P